Suspeito de ser mandante de chacina em Coelho Neto é transferido para São Luís

O suspeito de ser o mandante da chacina que resultou na morte de quatro pessoas em Coelho Neto, foi transferido para São Luís nesta segunda-feira (17). Antônio Carlos Sobral da Rocha, o ‘Didoca’, foi preso enquanto tentava fugir do município de Vitória do Mearim para Imperatriz, no sul do estado.

De acordo com o delegado Jorge Pacheco, o suspeito foi localizado após a Polícia Civil receber uma informação de que ele estava fugindo para Imperatriz. Uma barreira policial foi montada entre os municípios de Vitória do Mearim e Santa Inês, e após algumas abordagens, ele foi reconhecido e preso pela polícia.

Segundo o delegado Armando Pacheco, superintendente da Polícia Civil do Interior, o crime foi cometido por vingança e estaria sendo planejada há anos. As investigações apontam que membros da família rival e que foi vítima da chacina, teriam assassinado um membro da família de Antônio Carlos Sobral.

“Teria sido um suposto homicídio que a família rival, que foram as vítimas de Coelho Neto, teriam praticado contra a família dele. Por conta disso, ele vinha planejando há anos essa vingança, já tentou por duas vezes contra a vida desses familiares, até conseguir assassinar eles na cidade de Coelho Neto”, explicou.

Ainda segundo Armando Pacheco, o suspeito responde a outros sete homicídios, tráfico de drogas e porte ilegal de arma. A suspeita é de que a ficha criminal de Antônio Carlos seja mais extensa e que ele esteja envolvido em crimes que ainda não foram solucionados pela polícia.

“Ele é muito perigoso, responde a sete homicídios, tráfico de drogas, a porte ilegal de arma de uso restrito, era o líder da organização criminosa de ciganos que ele comanda e que vinha perpetuando diversos crimes no interior do estado (…) existem outros crimes nas regionais de Caxias, Itapecuru, Viana que ainda não foram solucionados e que talvez haja envolvimento dele”, disse.

Após ter sido apresentado a sede da Polícia Civil em São Luís, o suspeito foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas onde permanece à disposição da Justiça. As investigações sobre o crime ainda estão em andamento, já que os suspeitos de terem disparado contra as vítimas ainda não foram presos.

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