Reforma Política, na visão de Remi Ribeiro

O presidente do Senado, José Sarney, criou uma comissão para elaborar o anteprojeto de Reforma Política para o Brasil, em 2011. Espera-se que essa reforma aconteça e venha resolver questões ainda problemáticas do processo eleitoral e partidário brasileiro.
No passado o Brasil tinha partidos regionais, que atuavam de acordo com suas regiões, mas após o golpe de estado (1964) os partidos passaram a ser nacionais, sendo que um era do governo (Arena) e o outro da oposição (MDB).  Contudo, com o decorrer da história houve um enfraquecimento dos partidos e a criação de vários e hoje são cerca de 30. As eleições vêm se arrastando com o surgimento de novas normas, e há reclamações de que as mesmas, na maioria das vezes, ficam “à beira do caminho”. Não sabemos se o mandato pertence ao partido ou ao político, enfraquecendo, ainda mais os partidos, pois eles existem apenas para registro de candidatura, além da troca desenfreada das Siglas partidárias pelos políticos.
É necessário que tenhamos partidos fortes e com identidade própria que e façam valer pelo ponto de vista ideológico e programático, e não como assistimos ao triste espetáculo dos “donos” de partidos com pastas debaixo do braço nos municípios e nos estados, sem nenhum compromisso com transformações reais que a sociedade exige dos políticos. Os partidos precisam construir suas identidades disputando as eleições majoritárias e proporcionais, apresentando à população, candidatos competentes, comprometidos com as questões da sociedade e dentro das regras programáticas de seus partidos.
Outra questão a ser abordada é o Financiamento Público de Campanha, visando permitir o maior controle de recursos das mesmas. Por que na atual conjuntura só se elege quem tem conta “gorda”, por que uma eleição hoje tem um custo muito alto. Por exemplo, hoje para se eleger a deputado gasta-se uma fortuna, e para prefeitos e vereadores a situação piora ainda mais, pois os mesmos são “cortados” na própria carne para concorrer e terem condições de ganhar uma eleição.
Desta forma, o financiamento público feito com rigorosa fiscalização dará uma nova “cara” à política brasileira, por que vai possibilitar que pessoas instruídas, com projetos de reforma e que visem a melhoria da sociedade, independentemente do saldo bancário ou do “apadrinhamento” político, possam concorrer em igualdade e condições de chegar a um mandato. É dentro deste aspecto que eu defendo o financiamento público da campanha, pois isso termina sendo um equilíbrio entre as forças que tem dinheiro e as forças que tem poder de inovar do ponto de vista ideológico e programático. Sem isso não teremos a plenitude do exercício da democracia, pois quando o dinheiro “pesa” para um lado, não há equilíbrio na “balança”.
Além disso, é imprescindível que a população compreenda que financiamento público não quer dizer gastos exorbitantes com eleições, pois isso já acontece, mas uma pré-determinação de tudo o que for gasto e de como será gasto, evitando-se o chamado “caixa 2”. Eu, por exemplo, sou de uma geração de políticos que fazia campanha apenas com cartazes e um serviço de som que nos proporcionassem falar em público os nossos ideais e projetos.  Hoje em dia acontece de outra forma, basta ter muito dinheiro, “armar” um bom esquema político, um bom marketing e um mandato é garantido. Resultado: Muitas pessoas exercendo mandato sem nenhuma visão de mudança para a sociedade e outros saindo decepcionados por gastarem muito dinheiro e descobrirem que não era bem o que queriam.
Sendo assim, espero que essa reforma aconteça e consolide o exercício da democracia tão sonhada, definida e defendida por grandes homens ao longo da história.

Concurso Publico do TJ,as inscrições vão até dia 08 de abril

As inscrições para o concurso público de servidores do Tribunal de Justiça do Maranhão encerram-se na sexta-feira, dia 08 de abril. No total, 58 vagas estão sendo oferecidas para cargos efetivos e preenchimento de cadastro de reserva para os níveis fundamentais, médio e superior (Edital 002/2011). A inscrição pode ser feita no endereço eletrônicowww.servidor.tjma.ieses-sc.org.br ou www.tjma.jus.br, no link “concursos”.
As taxas de inscrição custam R$ 75 (nível superior), R$ 60 (nível médio) e R$ 45 (fundamental). As provas serão aplicadas nos municípios de São Luís, Caxias e Imperatriz. A instituição responsável pelo concurso será o Ieses (Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul).

Vários pacientes de Tuntum vão a capital fazer tratamentos pela Secretaria de Saúde

Dezenas de pessoas são levadas todos os meses para São Luis pelo prefeito Chico Cunha e pela secretária de saúde Anna Rafaelle, para fazerem tratamentos de saúde específicos.
O prefeito mantém em São Luis uma equipe muito bem preparada para receber os enfermos, marcar consultas, exames e acompanhá-los até os especialistas e os exames. Outra o Chico Cunha mantém também na capital uma hospedaria para receber e cuidar dos nossos enfermos.
Tudo isso através do Tratamento Fora de Domicilio (TFD), um programa do Governo Federal, com apoio da Secretaria de Saúde de Tuntum, Secretaria de Assistência Social e da Prefeitura Municipal.

Enquete; Idaspe dispara e James emperra

A enquete com nomes de pré candidatos a vereador, que nunca foram vereadores, teve o ex-secretário de administração e finanças Idaspe (foto no cavalo) na frente com uma votação destacada de todos os outros. Outro que também teve uma votação destacada, só que desta vez para o lado negativo foi o James do Graciano que durante toda enquete só obteve um voto.
Veja a votação abaixo:
James do Graciano
  1 (0%)
Jota dos Suinos
  10 (7%)
Idaspe
  62 (47%)
Ana do Graciano
  3 (2%)
Josivan Bilio
  22 (16%)
Josias Brasil
  2 (1%)
Renicy Moreira
  25 (19%)
Valdirene
  6 (4%)

Lideranças satisfeitas com visita do Chico Cunha

O líder dos Sem Terras Josivan Bilio (foto), me disse hoje que está muito feliz com a ida do prefeito Chico Cunha ao Assentamento Luis Inácio Lula da Silva no povoado Belém, pois viu a satisfação do povo para com o prefeito. Josivan falou que fazia tempo que o “Seu povo” não fica tão feliz, pois  colocou muita fé no que falou o Chico Cunha e a esperança voltou ao Assentamento.
Já no final da tarde participei de uma conversa entre o ex-vereador Nelcides, o Joãozinho do Luizão, o Neto da Vila e o Sarney, quando o Nelcides foi bem claro ao dizer que o povo do Assentamento ficou satisfeito com os projetos do prefeito Chico Cunha para o local.
Desta forma tanto o líder dos Sem  Terras quanto o ex-vereador se mostraram esperançosos com o atual momento político do Município.  

José Alencar morre após 13 anos de luta contra o câncer

 Acabou de falecer, aos 79 anos, o empresário mineiro e ex-vice-presidente da República José Alencar (PRB), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Alencar lutava contra o câncer desde 1997.
O ex-vice foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira, com um quadro de suboclusão intestinal, em “condições críticas”. Ele havia recebido alta em 15 de março, após uma internação de mais de um mês na instituição devido a uma peritonite (inflamação da membrana que reveste a cavidade abdominal) por perfuração intestinal.

Nascido em 17 de outubro de 1931, José Alencar foi o 11º filho de um total de 15 do casal Antônio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva. O ex-vice-presidente nasceu em um povoado às margens de Muriaé, cidade de 100.063 mil habitantes no interior de Minas Gerais. José Alencar era casado com Mariza Campos Gomes da Silva e deixou três filhos reconhecidos: Josué Christiano, Maria da Graça e Patrícia.
Ele começou a trabalhar aos 7 anos, no balcão da loja do pai. Em 1946, aos 15, deixou a casa da família, na zona rural, para trabalhar como balconista em uma loja de tecidos da cidade. Dois anos depois, em maio de 1948, José Alencar mudou-se para Caratinga, onde conseguiu emprego como vendedor. Ao completar 18, em 1950, Alencar abriu seu próprio negócio, com a ajuda de um dos irmãos. Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou, em Montes Claros (MG), a Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas), hoje um dos maiores grupos industriais têxteis do País.
Nos anos seguintes, José Alencar foi presidente da Associação Comercial de Ubá, diretor da Associação Comercial de Minas, presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria.
Estabelecido no setor empresarial, candidatou-se para o governo de Minas em 1994 e, em 1998, disputou uma vaga no Senado Federal, elegendo-se por Minas Gerais com quase 3 milhões de votos. No Senado, foi presidente da Comissão Permanente de Serviço de Infra-instrutora, membro da Comissão Permanente de Assuntos Econômico e membro da Comissão Permanente de Assuntos Sociais.
Embora tenha se caracterizado como a principal voz dissonante do governo Lula em relação à política de juros ao longo dos oito anos de mandato, sua inclusão na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 foi decisiva para que o petista conquistasse o apoio do empresariado e, pela primeira vez, a Presidência do País.
A presença de Alencar foi decisiva na vitória de Lula ao angariar o apoio do empresariado, desconfiado com a possibilidade de um presidente da República sindicalista. Em 2004, Alencar passou a acumular a vice-presidência com o cargo de ministro da Defesa, função que exerceu até março de 2006. Em 2007, assumiu o segundo mandato como vice-presidente após ser reeleito, novamente, ao lado de Lula.
Alencar se desligou do Partido Liberal (PL) em 29 de setembro de 2005, após a crise envolvendo o nome de seu sobrinho Daniel Freitas, um dos fundadores da DNA Publicidade e falecido em 2002. A DNA, que tem como sócio o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, foi investigada por suposto envolvimento no escândalo do mensalão. Ainda em 2005, juntamente com outros ex-membros do PL, Alencar participou da fundação de um novo partido: o Partido Republicano Brasileiro (PRB).
No tempo em que ocupou o cargo de vice-presidente, José Alencar ganhou os títulos de cidadão honorário dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe, do Distrito Federal e de 53 municípios brasileiros, sendo 51 deles em Minas Gerais.

Chico Cunha visita Assentamento Lula

O prefeito Chico Cunha visitou no ultimo sábado (26)  o maior assentamento agrário do Brasil, Assentamento Luis Inácio Lula da Silva, no povoado Belém, sendo muito bem recebido por todos.
Chico Cunha falou do empenho que fará para a melhora do assentamento e de todo povoado, que está ganhando calçamento das ruas. Chico disse também que o que estiver a seu alcance para a emancipação dos povoados de Tuntum ele fará, pois sabe que é para o bem do povo da região.